domingo, 17 de junho de 2007

QUEM SOU??



Um et!Dona Fulô,Dedeia,Deinha,Lua(bem simples e normal)www.fotolog.net/adelhuda

uma flor de beira de esquina...
UM girassol azulda cor do vento
um poema aberto passando as folhas através da brisa
um teimar em queimar a pele alva
uma ânsia em ser negra:energia!uma menina de unhas pretas e brancas....
extremados escritos...
definindo sinto-me muito humana
defendo a atemporalidade
defendo a amoralidade
defendo a contemporanedade
defendo a inconformidade!
sou a pluma perdida das horas...
buscando sempre um amor de livros
com medo de sair da capa!
caminho...sou um caminho...
muito verde..meu cão...minhas flores..
e sensações da minha filosofia e religião....
arder em vida sol alegrias sorrisos
arrepios,devaneios,e todas as minhas luas
todas....aceito minhas fases!
no momento sou uma música...
tecendo folhas nos olhos alheios
e maturidade nas minhas pegadas...

em grades e almas....

ouvir:moska,da mata,renata arruda,veloz,vander lee,rita lee,chico cesar e buarque,los hermanos,marisa monte...

"a música expôe o seu corpo ao delírio..nas incontáveis formas de se divertir..."

EU JÁ VIVI TUDO ISSO ANTES


DEJAVU?



QUE IMAGENS SÃO ESSAS

QUE VEJO?

SE MAL TE CONHEÇO

BRINCADEIRAS,ABRAÇOS SORRISOS

E TODOS OS TEUS PULOS

NO MEU PASSO

O CHEIRO DA MINHA COMIDA

EM TUA ROUPA

TUAS FOTOS EM MEU MURAL

QUE IMAGENS SÃO ESSAS QUE VEJO

SE MAL TE CONHEÇO?

DIÁLOGOS,PEÇAS,FILMES,

PARQUES E TODA A GRAMA DO MUNDO

NUM PIC NIC

SÓ NOSSO

APRENDIZADO COMPARTILHADO

EU TENTO ANDAR DE BICICLETA

ENQUANTO VOCÊ ARRANHA NO VIOLÃO

QUE IMAGENS SÃO ESSAS

QUE VEJO

SE MAL TE CONHEÇO?

VOCÊ TÃO TÍMIDO,DISCRETO

SOB MINHAS LENTES IMPULSIVAS

E ATRAPALHDAS

TIROS FOTOS SUAS

GARGALHADAS

PRESEPADAS

NEM TUDO SÃO FLORESE

EU SOU A BRABA,BRIGO,REVIRO,EMBURRO

A POESIA PODE VIR RESOLVER ISSO AQUI?

QUE IMANGENS SÃO ESSAS QUE VEJO

SE MAL TE CONHEÇO?

TODAS AS NOSSAS MÚSICAS QUE EMBALAM

ALGUNS DOMINGOS NA REDE

E O BARULHO DO SILÊNCIO

DIAS E NOITES NUNCA DORMIDOS

NEM TÃO SONHADOS

IMENSAMENTE ESPERADOS

RECITO POESIAS DURANTE A MADRUGADA

FAÇO BRIGADEIRO,PIPOCA DESCULPA...KKKKKK

AH EU SEI COZINHAR!

VAMOS COMER UMA MASSA EM ALGUM LUGAR?

NOSSOS QUADROS ENFEITANDO O ESPAÇO

A GENTE PINTANDO ALGO EM PARCERIA

QUE IMAGENS SÃO ESSAS QUE VEJO
SE MAL TE CONHEÇO?
PRECISO VOLTAR PARA AQUELE SÁBADO
ELE É TUDO QUE TENHO
HOJÉ É DOMINGO
E O TEMPO VÔOU
ESPERAR,DESISTIR,IMAGINAR?
O QUE FAZER DA SAUDADE
DESSAS COISAS QUE SEQUER COM VOCÊ VIVI?
VOU POR ENQUANTO
NO PEITO COM ZELO,GUARDAR
O FILME,PODE SIM
UM DIA ESTREÁR.

ADÉLIA COELHO 2007


SÍMBOLOS E PRECES

Nossos símbolos e preces
entre beijos devaneio
sobre o "nós"
distância presente
amanhã é enchente?
o medo afoga
a coragem afaga
nossos símbolos e preces
entre abraços devaneio
sobre você
teu verde
teu lado tão vermelho
teu anjo,teu passo, tua língua
e tua palavra
que gradualmente
penetrou além mar
de quem sou
distância presente
amanhã é enchente?
o medo afoga
a coragem afaga
nossos símbolos e preces
entre poesias devaneio
sobre mim
cantiga acesa
cabelos ávidos
pele sedenta
alma faminta
de verdades...
minha fauna,minha flora
natureza clara e por vezes
absurda que gradualmente despertou
tua tatuagem...
esses símbolos
são amuletos especiais
palavras músicas
e nosso próprio vento
e nossas preces
levam aromas divinos
sobre tudo que sentimos
abençoando peles e instintos
pois o puro é nosso!

adélia coelho 2007..

CARTA AO VENTO



Nossas músicas comunicando o vento distância é curta nem maior é lamento já dizia Cecília:"eu canto porque o instante existe,não sou alegre nem triste sou poeta.."em tua alma sou poetisa dos beijos e das lágrImas de amor canto o instante desse sonho e tu me respondes mandando os pássaros acordar-me com girassóis"giravermelho"nossa cor....

Meu domingo no teu

Eu choro posso assumir domingo de nuvens claras vento gostoso as flores ansiosas não quero mais ver todos os filmes de amor o chão está tão limpo posso sentir a terra e ouvir as raízes novamente imagino teu verde estou de verde eu choro posso assumir domingo dia alegre e triste de saudades congeladas e quentes vento gostoso as flores ansiosas por teu colo meus cabelos não querem outro "penteador"minhas lágrimas não querem alimentar outro jardim todo o resto é preto e branco meus olhos agora só cantam vermelho no verde domingo chora no vento tuas nuvens enviam versos personificados tuas figuras no céu disnorteando a razão teu desenho é filme novo a rodar rodar rodar repito:chega de ensaios!

adélia coelhoadélia coelho 2007

Não Deveria Se Chamar Amor
Paulinho Moska
Composição: Indisponível
O amor que eu te tenho é um afeto tão novoQue não deveria se chamar amorDe tão irreconhecível, tão desconhecidoQue não deveria se chamar amorPoderia se chamar nuvemPorque muda de formato a cada instantePoderia se chamar tempoPorque parece um filme a que nunca assisti antesPoderia se chamar la-bi-rin-toPorque sinto que não conseguirei escapulirPoderia se chamar a u r or aPois vejo um novo dia que está por virPoderia se chamar abismoPois é certo que ele não tem fimPoderia se chamar horizonteQue parece linha reta mas sei que não é assim(refrão)Poderia se chamar primeiro beijoPorque não lembro mais do meu passadoPoderia se chamar último adeusQue meu antigo futuro foi abandonadoPoderia se chamar universoPorque sei que não o conhecerei por inteiroPoderia se chamar palavra loucaQue na verdade quer dizer: aventureiroPoderia se chamar silêncioPorque minha dor é calada e meu desejo é mudoE poderia simplesmente não se chamarPara não significar nada e dar sentido a tudo

Vênus
Paulinho Moska
Composição: Moska
Quando a sua voz me falou: vamosEu vi deus sentado em seu trono: vênusA religião que nós dois inventamosMerece um definitivo talvez... pelo menosPerceba que o que me configuraÉ sempre essa belezaQue jorra do seu jeito de olharDo seu jeito de dar amorMe dar amorNão te dei nada que seja impuroNo futuro também vai ser assimSe hoje amanheceu um dia escuroFoi porque capturei o sol pra mimPerceba que o que te configuraÉ sempre essa belezaQue jorra do meu jeito de olharDo meu jeito de dar amorTe dar amorPerceba que o que nos configuraÉ sempre essa belezaQue jorra do nosso jeito de olharNosso jeito de dar amorNos dar amor




Não falo do amor romântico,Aquelas paixões meladas de tristeza e sofrimento.Relações de dependência e submissão, paixões tristes.Algumas pessoas confundem isso com amor.Chamam de amor esse querer escravo,E pensam que o amor é alguma coisaQue pode ser definida, explicada, entendida, julgada.Pensam que o amor já estava pronto, formatado, inteiro,Antes de ser experimentado.Mas é exatamente o oposto, para mim, que o amor manifesta.A virtude do amor é sua capacidade potencial de ser construído, inventado e modificado.O amor está em movimento eterno, em velocidade infinita.O amor é um móbile.Como fotografá-lo?Como percebê-lo?Como se deixar sê-lo?E como impedir que a imagem sedentária e cansada do amor nos domine?Minha resposta? o amor é o desconhecido.Mesmo depois de uma vida inteira de amores,O amor será sempre o desconhecido,A força luminosa que ao mesmo tempo cega e nos dá uma nova visão.A imagem que eu tenho do amor é a de um ser em mutação.O amor quer ser interferido, quer ser violado,Quer ser transformado a cada instante.A vida do amor depende dessa interferência.A morte do amor é quando, diante do seu labirinto,Decidimos caminhar pela estrada reta.Ele nos oferece seus oceanos de mares revoltos e profundos,E nós preferimos o leito de um rio, com início, meio e fim.Não, não podemos subestimar o amor não podemos castrá-lo.O amor não é orgânico.Não é meu coração que sente o amor.É a minha alma que o saboreia.Não é no meu sangue que ele ferve.O amor faz sua fogueira dionisíaca no meu espírito.Sua força se mistura com a minhaE nossas pequenas fagulhas ecoam pelo céuComo se fossem novas estrelas recém-nascidas.O amor brilha. como uma aurora colorida e misteriosa,Como um crepúsculo inundado de beleza e despedida,O amor grita seu silêncio e nos dá sua música.Nós dançamos sua felicidade em delírioPorque somos o alimento preferido do amor,Se estivermos também a devorá-lo.O amor, eu não conheço.E é exatamente por isso que o desejo e me jogo do seu abismo,Me aventurando ao seu encontro.A vida só existe quando o amor a navega.Morrer de amor é a substância de que a vida é feita.Ou melhor, só se vive no amor.E a língua do amor é a língua que eu falo e escuto.

MAOR MEU GARND

Vênus
Paulinho Moska
Composição: Moska


Quando a sua voz me falou: vamos
Eu vi deus sentado em seu trono: vênus
A religião que nós dois inventamos
Merece um definitivo talvez... pelo menos
Perceba que o que me configura
É sempre essa beleza
Que jorra do seu jeito de olhar
Do seu jeito de dar amor
Me dar amor
Não te dei nada que seja impuro
No futuro também vai ser assim
Se hoje amanheceu um dia escuro
Foi porque capturei o sol pra mim
Perceba que o que te configura
É sempre essa beleza
Que jorra do meu jeito de olhar
Do meu jeito de dar amor
Te dar amor
Perceba que o que nos configura
É sempre essa beleza
Que jorra do nosso jeito de olhar
Nosso jeito de dar amor
Nos dar amor


Não falo do amor romântico,
Aquelas paixões meladas de tristeza e sofrimento.
Relações de dependência e submissão, paixões tristes.
Algumas pessoas confundem isso com amor.
Chamam de amor esse querer escravo,E pensam que o amor é alguma coisaQue pode ser definida, explicada, entendida, julgada.Pensam que o amor já estava pronto, formatado, inteiro,Antes de ser experimentado.Mas é exatamente o oposto, para mim, que o amor manifesta.A virtude do amor é sua capacidade potencial de ser construído, inventado e modificado.O amor está em movimento eterno, em velocidade infinita.O amor é um móbile.Como fotografá-lo?Como percebê-lo?Como se deixar sê-lo?E como impedir que a imagem sedentária e cansada do amor nos domine?Minha resposta? o amor é o desconhecido.Mesmo depois de uma vida inteira de amores,O amor será sempre o desconhecido,A força luminosa que ao mesmo tempo cega e nos dá uma nova visão.A imagem que eu tenho do amor é a de um ser em mutação.O amor quer ser interferido, quer ser violado,Quer ser transformado a cada instante.A vida do amor depende dessa interferência.A morte do amor é quando, diante do seu labirinto,Decidimos caminhar pela estrada reta.Ele nos oferece seus oceanos de mares revoltos e profundos,E nós preferimos o leito de um rio, com início, meio e fim.Não, não podemos subestimar o amor não podemos castrá-lo.O amor não é orgânico.Não é meu coração que sente o amor.É a minha alma que o saboreia.Não é no meu sangue que ele ferve.O amor faz sua fogueira dionisíaca no meu espírito.Sua força se mistura com a minhaE nossas pequenas fagulhas ecoam pelo céuComo se fossem novas estrelas recém-nascidas.O amor brilha. como uma aurora colorida e misteriosa,Como um crepúsculo inundado de beleza e despedida,O amor grita seu silêncio e nos dá sua música.Nós dançamos sua felicidade em delírioPorque somos o alimento preferido do amor,Se estivermos também a devorá-lo.O amor, eu não conheço.E é exatamente por isso que o desejo e me jogo do seu abismo,Me aventurando ao seu encontro.A vida só existe quando o amor a navega.Morrer de amor é a substância de que a vida é feita.Ou melhor, só se vive no amor.E a língua do amor é a língua que eu falo e escuto.

Quem sou eu

Minha foto
Eu vou,atrevida,pisando nos relógios sento-me nos relógios sou a bailarina da caixa de música que dança em cima dos ponteiros e ilumina mesmo sem querer o outro lado das batidas do tempo... Flô