Em Helena hoje
somos um
nossos pedaços
untados unidos
para sempre
numa unidade de amor eterno
Em Helena hoje somos um
nosso amor foi capaz de multiplicar nossas vidas
nossos sonhos
Em Helena nosso amor é infinito
Em Helena hoje reunimos
nossas digitais,feições e raízes
nosso amor
o amor que se estende aos braços
na noite que quisemos Helena
a mesma foi abençoada para ser amada ser feliz
quisemos pedimos ao universo
essa Luz maior em nossas vidas
para juntos os três
aprendermos sobre o amor
Em Helena,Hoje somos o mesmo olhar
batizado em esperança.
Flô
terça-feira, 8 de novembro de 2011
A felicidade de ontem era coisa nova
festeira,encantada
coisa que chegava para vida toda
e no meu olhar eu deixava o mundo descobrir
que era eu a escolhida...
A ligeireza dos dedos
imcompreendidos pelos demais
o abraço confortante da família
que sempre quisemos construir
o olhar de ontem era ilusão
não amava ainda a realidade
mas o olhar de hoje luta para que esta história
não finde em lágrimas
que a felicidade não seja a mesma
porque agora há de ser maior
porque somos três
que a felicidade perdure nas dificuldades
que o sorriso persista perante o chôro
que o beijo chame para junto e espalhe desejo e vontade
pela casa que somos juntos
que o amor da pequena
nos engradeça enfim.
te amotu
Flô
festeira,encantada
coisa que chegava para vida toda
e no meu olhar eu deixava o mundo descobrir
que era eu a escolhida...
A ligeireza dos dedos
imcompreendidos pelos demais
o abraço confortante da família
que sempre quisemos construir
o olhar de ontem era ilusão
não amava ainda a realidade
mas o olhar de hoje luta para que esta história
não finde em lágrimas
que a felicidade não seja a mesma
porque agora há de ser maior
porque somos três
que a felicidade perdure nas dificuldades
que o sorriso persista perante o chôro
que o beijo chame para junto e espalhe desejo e vontade
pela casa que somos juntos
que o amor da pequena
nos engradeça enfim.
te amotu
Flô
Vejo meu menino
tão perdido quanto eu
quando a grande herança ascendia em chôros
a dor do mundo inteiro em mim
não somos responsáveis
pelo desamor dos outros
pela infelicidade alheia
a culpa é inimiga da renovação
é preciso uma coragem em nós
maior que a esperança pelos outros
quando escolhemos a porta e saímos
somos responsáveis por nossas escolhas
somos donso de nosso caminho
e é preciso não voltar atrás
quando se trata de nossa primeira e grande estrada
visitar o jardim,regá-lo
mas não somos os donos das chaves
não podemos solucionar o peito do outro
soluçando de dor
há de se escolher vez ou outra,nós mesmos
para o bem dos outros.
Flô
tão perdido quanto eu
quando a grande herança ascendia em chôros
a dor do mundo inteiro em mim
não somos responsáveis
pelo desamor dos outros
pela infelicidade alheia
a culpa é inimiga da renovação
é preciso uma coragem em nós
maior que a esperança pelos outros
quando escolhemos a porta e saímos
somos responsáveis por nossas escolhas
somos donso de nosso caminho
e é preciso não voltar atrás
quando se trata de nossa primeira e grande estrada
visitar o jardim,regá-lo
mas não somos os donos das chaves
não podemos solucionar o peito do outro
soluçando de dor
há de se escolher vez ou outra,nós mesmos
para o bem dos outros.
Flô
As crianças se encontravam por sobre os muros da outra vida
e o cansaço querida,era o que dialogava.
Era a exaustão moça,que dava início a poesia liberta.
A invenção do suor que desenhava as partituras de um outro dia
E o colorido barulhento invadia,tentando cobrir a seriedade da poesia
a natureza se encarregava da beleza dos olhos
mas nada que realmente importava
era assim tão perceptível
a cabeça para baixo,o mundo torto enrolava-se em gestos insanos
hora de assumir erros,dar meia volta,entrar noutras ruas
as borboletas mudavam de flor
quando o sol escondia as estradas
e a tristeza desenhava folhas no papel lilás
rabiscava flores cabisbaixas
a melancolia usava minhas mãos para voar.
Flô
e o cansaço querida,era o que dialogava.
Era a exaustão moça,que dava início a poesia liberta.
A invenção do suor que desenhava as partituras de um outro dia
E o colorido barulhento invadia,tentando cobrir a seriedade da poesia
a natureza se encarregava da beleza dos olhos
mas nada que realmente importava
era assim tão perceptível
a cabeça para baixo,o mundo torto enrolava-se em gestos insanos
hora de assumir erros,dar meia volta,entrar noutras ruas
as borboletas mudavam de flor
quando o sol escondia as estradas
e a tristeza desenhava folhas no papel lilás
rabiscava flores cabisbaixas
a melancolia usava minhas mãos para voar.
Flô
E peço com
íris
com tato
com língua
e peço com som
peço com verso
peço sorrindo e chorando
me ame agora ou nunca mais
dentro dos lençóis
os desejos rasgados
desvirginados
os himens corrompidos
os pênis encolhidos
dentro do gemido
o goso não tido
a mentira infame
do tesão estremecido
tua boca renega
a magia de ontem
e fecha as portas da ternura de amanhã
hora de fechar a porta?
ou transar na rua?
dentro das minha boca dorme paixão adoentada.
Flô
íris
com tato
com língua
e peço com som
peço com verso
peço sorrindo e chorando
me ame agora ou nunca mais
dentro dos lençóis
os desejos rasgados
desvirginados
os himens corrompidos
os pênis encolhidos
dentro do gemido
o goso não tido
a mentira infame
do tesão estremecido
tua boca renega
a magia de ontem
e fecha as portas da ternura de amanhã
hora de fechar a porta?
ou transar na rua?
dentro das minha boca dorme paixão adoentada.
Flô
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Quem sou eu
- No Silêncio das Montanhas a Linguagem dos Ventos
- Eu vou,atrevida,pisando nos relógios sento-me nos relógios sou a bailarina da caixa de música que dança em cima dos ponteiros e ilumina mesmo sem querer o outro lado das batidas do tempo... Flô