A covardia é a mãe da Frustração.O medo é o pai do fracasso.
a omissão é amiga da culpa.o desprezo é irmão do nojo.
a fuga é a desculpa da culpa.a mentira é amante da discórdia.
a entrega é a família do amor.entregue-se...seja lá p que ou p quem for...
arrisque-se,antes que seja tarde demais.
terça-feira, 21 de junho de 2011
hoje,me pergunto,o que acalma o peito ainda o faz queimar?
o que aflora a alma ainda a faz teimar?
o que sacode a dor ainda faz amar?
somos as diferenças repartidas e achadas
a herança de todo sofrimento de amor
os potes deixados nas estações,as garrafas encontradas em alto mar,
com cartas de amores impossíveis
somos as efemeridades disfaraçadas de casamento
somos aquele deserto caótico e milagreiro,somos esta noite chuvosa de maio,
onde encontramos nas faltas e imperfeições as risadas mais tolas e os ímpetos mais infantis
somos este não saber ser,e de não saber
querer,e querer e querer estar junto apenas...
o que aflora a alma ainda a faz teimar?
o que sacode a dor ainda faz amar?
somos as diferenças repartidas e achadas
a herança de todo sofrimento de amor
os potes deixados nas estações,as garrafas encontradas em alto mar,
com cartas de amores impossíveis
somos as efemeridades disfaraçadas de casamento
somos aquele deserto caótico e milagreiro,somos esta noite chuvosa de maio,
onde encontramos nas faltas e imperfeições as risadas mais tolas e os ímpetos mais infantis
somos este não saber ser,e de não saber
querer,e querer e querer estar junto apenas...
Alguns abraços passam um tempo murchos,insossos,como incógnitas que perambulam entre os braços...nas lacunas,nas enchentes de emoções antigas...
guardo algumas esperanças,que os mais valiosos ;um dia,voltem a apertar-me o corpo inteiro como um ímã divino,como aquele encontro que parece sempre o primeiro,o único,e o último...
guardo algumas esperanças,que os mais valiosos ;um dia,voltem a apertar-me o corpo inteiro como um ímã divino,como aquele encontro que parece sempre o primeiro,o único,e o último...
evaram meu sono embora com o mar,ao invés das mensagens de amor que viajaram séculos dentro das garrafas,o que está preso agora em círculos de vidro é o próprio mar,suas ondas permanecem inertes dentro das letras de amores irrecuperáveis...em areia lateja agora,única lágrima,sobrevivente,chorando por todos os desencontros do peito do mundo.
Em teu copo de saliva terna
repousava meu veneno
minha boca podia auscultar teu enredo
batendo,batendo sem o dito senhor Tempo
minha hora era Divagar..e eu seguia...
embarcações suspensas,sonhos de nuvens tensas
alucinado encaixe de segredos
minha insônia era fome de gemidos densos
em teu corpo de seiva eterna
acorda minha cura
amanhece minha herança.
em teu poro dorme fluida
essa alma singela...
Esse cuspe de esperança.
Flô---20 de Junho 2011
repousava meu veneno
minha boca podia auscultar teu enredo
batendo,batendo sem o dito senhor Tempo
minha hora era Divagar..e eu seguia...
embarcações suspensas,sonhos de nuvens tensas
alucinado encaixe de segredos
minha insônia era fome de gemidos densos
em teu corpo de seiva eterna
acorda minha cura
amanhece minha herança.
em teu poro dorme fluida
essa alma singela...
Esse cuspe de esperança.
Flô---20 de Junho 2011
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

O olho da terra sob o céu
Olho de botão
Flor de ouro
Acesa a culpa dos antigos demônios
Azul a paz dos deuses de hoje
As janelas vivas
Cacos de misericórdia
Os anjos nus,expiando
Absorvendo
Absolvendo
O teto dos soonhos submergido
O adeus do sangue enjaulado
A missão dos profetas gentis
A flor da esperança cravada no cimento
Tijolo por tijolo de vergonha
Abro as portas do céu ligeiro
Entram as papoulas condenadas
A liberdade eterna.
Onde sobrevoam minhas asas
De borboleta serena?
Por onde caem os resquícios do fogo
As fagulhas do tempo?
Pela tua garganta,flecha hesitante
Pela tua corda vocal,pus ambulante
Meu deus,alma corrigida
Meu deus pele subvertida
Amo-te como quem
Procura a apaisagem perfeita
Para esta palavra que vem.
Sem explicação.
Meu teto de oração é
Papel e dor.
Flô
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Quem sou eu
- No Silêncio das Montanhas a Linguagem dos Ventos
- Eu vou,atrevida,pisando nos relógios sento-me nos relógios sou a bailarina da caixa de música que dança em cima dos ponteiros e ilumina mesmo sem querer o outro lado das batidas do tempo... Flô