Essa ilusão que conhecemos bem é a grande piada
um amor não acontecido será sempre um grande amor.
Todas as noites você opta a não olhar seu único lar
porque lá fora
é lá fora que para você reside algum abraço de verdade
O dinheiro que reclamas é o mesmo que paga
tuas putas teu wiski e teus cigarrinhos de playboy mal resolvido
Todas as mulheres que te amaram não quiseram você como homem
se casaram com outro
aceita tua infelicidade
que foi você que plantou
agora segue sem destruir mais ninguém.
Flô
terça-feira, 8 de novembro de 2011
A tua mentira
é rica de detalhes sórdidos
e teu amor trancado servido de pena
não consola-me os dias
pobrezinha da sonhadora
pobres são teus ais
lamentos da futilidade
que impera em ti
teus ossos devem mesmo ser feito de ferrugem
a tua mentira é rica de subterfúgios
alucinógenos
a tua fuga é paga pelo papai
acorda Tirado Sauro
para de cheirar pó em cima dos sentimentos
para de fumar por sobre o amor dos outros.
Flô
é rica de detalhes sórdidos
e teu amor trancado servido de pena
não consola-me os dias
pobrezinha da sonhadora
pobres são teus ais
lamentos da futilidade
que impera em ti
teus ossos devem mesmo ser feito de ferrugem
a tua mentira é rica de subterfúgios
alucinógenos
a tua fuga é paga pelo papai
acorda Tirado Sauro
para de cheirar pó em cima dos sentimentos
para de fumar por sobre o amor dos outros.
Flô
Querido
não me venha com seus discursos bem elaborados sobre mediocridade
pessoas mal amadas
sobre infelicidade
e pessoas que são piadas
dentro do seu contexto de direito lúdico particular
não avaliaste nunca a soberania de um grande sentimento
jamais ousaste sair de si mesmo
lugar seguro?
para amar...
é você que dorme menino pedra
é você que para vida precisa acordar.
Flô
não me venha com seus discursos bem elaborados sobre mediocridade
pessoas mal amadas
sobre infelicidade
e pessoas que são piadas
dentro do seu contexto de direito lúdico particular
não avaliaste nunca a soberania de um grande sentimento
jamais ousaste sair de si mesmo
lugar seguro?
para amar...
é você que dorme menino pedra
é você que para vida precisa acordar.
Flô
E quando as bocas escondem-se
em desertos opostos
o calor do sexo molhado
o vapor do sexo lambido
do lado de fora a sacanagem é mais gostosa
ímãs que concentram o líquido da lua
noite de estrelas míopes
que espreitam a fudida no jardim
atravesso tua íris evou buscar o sumo
abro minha noite e sinto
a natureza me penetrar
brutalmente sem rio
nem ostra
goso para todo mundo ver.
Flô
em desertos opostos
o calor do sexo molhado
o vapor do sexo lambido
do lado de fora a sacanagem é mais gostosa
ímãs que concentram o líquido da lua
noite de estrelas míopes
que espreitam a fudida no jardim
atravesso tua íris evou buscar o sumo
abro minha noite e sinto
a natureza me penetrar
brutalmente sem rio
nem ostra
goso para todo mundo ver.
Flô
A face da estrela
repousa na palma de meu verso
duas sementes verde escuro
abrem no céu
um clarão estridente
a menina Luz Helena dorme entre meus dedos/ventre
brincando de esconde esconde com as palavras
a menina Luz sabe tecer regresso
em sua boca reside o sonho da ida
iminente menina LUZ
moça semente
face estrelar
que me devora e sente
que a eternidade é já.
Flô
repousa na palma de meu verso
duas sementes verde escuro
abrem no céu
um clarão estridente
a menina Luz Helena dorme entre meus dedos/ventre
brincando de esconde esconde com as palavras
a menina Luz sabe tecer regresso
em sua boca reside o sonho da ida
iminente menina LUZ
moça semente
face estrelar
que me devora e sente
que a eternidade é já.
Flô
Na ponta dos dedos
os pecados em relevo
na palma da mão
o retrato do beijo
maciez de sonhos imediatos
mapas em pele constrangida
poros delinquentes
que ressecam a ternura
na ponta dos dedos
todos os crimes desenhados
as partituras da infelicidade alheia
na ponta do mar tuas mãos
acesas,envolvendo o tempo
teu coração acenava
era hora de voltar.
outubro de 2011 Flô
os pecados em relevo
na palma da mão
o retrato do beijo
maciez de sonhos imediatos
mapas em pele constrangida
poros delinquentes
que ressecam a ternura
na ponta dos dedos
todos os crimes desenhados
as partituras da infelicidade alheia
na ponta do mar tuas mãos
acesas,envolvendo o tempo
teu coração acenava
era hora de voltar.
outubro de 2011 Flô
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Quem sou eu
- No Silêncio das Montanhas a Linguagem dos Ventos
- Eu vou,atrevida,pisando nos relógios sento-me nos relógios sou a bailarina da caixa de música que dança em cima dos ponteiros e ilumina mesmo sem querer o outro lado das batidas do tempo... Flô